Apesar de toda evolução tecnológica com enormes avanços e grande progresso, a humanidade está muito distante de resolver uma velha questão: a miséria que aflige milhões de pessoas em todo mundo e também no Brasil.
Neste ano, estimativas de especialistas afirmam que cerca de 18 milhões de pessoas morrerão vítimas de motivos relacionados à pobreza, sendo predominantemente crianças e mulheres. Por dia, 50 mil pessoas perdem a vida em consequências diretamente relacionadas à miséria.
Mais de um bilhão de seres humanos vivem com menos de R$ 1,60 por dia, isso é um sétimo da humanidade inteira.
Além da fome, a falta de moradia e a ausência de qualquer forma de acesso à educação compõem um panorama para lá de infernal na vida de tantos e tantos.
Diariamente, centenas de jornais impressos de todo mundo, emissoras de rádio, televisão, portais noticiosos publicarão páginas, anunciarão e dedicarão grande espaço na divulgação das cotações e variações das bolsas de valores, das commodities, das variações das moedas, demonstrando perdas e ganhos no mercado financeiro. Além disso, especialistas em economia vão discutir a situação econômica e todos os seus índices. No entanto, deveríamos dedicar muito mais espaço para os indicadores sociais que são os que realmente importam. Esses, praticamente ficarão fora da mídia.
Um excelente indicador é o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que visa a aferir alguns itens além de aspectos econômicos, mas também com relação a características sociais, culturais e até políticas que compõem a vida e a qualidade do desenvolvimento dos homens em seus respectivos países e cidades.
A população brasileira, no índice divulgado em 2010, apresenta um IDH que a posiciona na 73ª colocação no mundo, com desenvolvimento inferior à média dos países da América Latina, embora os índices da produção da riqueza nos posicionem como a 7ª mais rica economia do planeta no ano passado.
Nosso país, atualmente, é o terceiro maior exportador de alimentos do mundo, atrás apenas dos EUA e da União Europeia. Também é o maior exportador de carne bovina e de frango, sendo líder ou se mantendo entre os três maiores produtores de grãos no mundo nas principais culturas. O agronegócio no Brasil detém praticamente 30% da produção da riqueza no país e no PIB nacional.
No entanto, apesar dessa fartura na produção, convivemos simultaneamente com situações de miséria extrema no nosso país. Especialistas defendem que a pobreza deve ser combatida com base no crescimento econômico, isso nunca se confirmou na medida em que a acumulação de 90% da riqueza se concentra em apenas 10% da população ou menos. Na outra ponta, temos outros 10%, ou cerca de 20 milhões de brasileiros, vivendo na indigência e pobreza absoluta, sem possibilidade de inserção social plena em curto e médio prazo. Não podemos esperar mais nada.
Existem inúmeros motivos que poderíamos apontar para essa situação. Jogar a culpa em modelos, sistemas, formas de governo, na democracia, já que nem ela, nem regimes de exceção, extinguiram as grandes vergonhas humanas. É verdade que existem desvios enormes pela corrupção. Aliás, convivemos há séculos com a corrupção em todas as formas de governo ao longo da história.
Também não sejamos pessimistas, pois muito de bom foi conquistado. Existem excelentes programas de distribuição de renda e acesso ao alimento. O Bom Prato, no Estado de São Paulo, atende 47 mil pessoas diariamente que podem almoçar com dignidade a R$ 1.
Em Ribeirão Preto, é só passar na rua Saldanha Marinho, 765, próximo à hora do almoço, e ver a enorme fila de pessoas que talvez não teriam como se alimentar. São, aproximadamente, 1.440 cidadãos que têm esse almoço subsidiado em nossa cidade. No total, o Estado possui 33 restaurantes do tipo.
O programa Bolsa Família, do governo federal, atende em Ribeirão Preto em torno de 12 mil famílias. No Brasil inteiro, o programa atende a aproximadamente 12 milhões de famílias.
Fora isso, existem ONGs, entidades religiosas diversas, programas voluntários e muita gente dando duro para amenizar o sofrimento alheio.
Apesar disso tudo, ainda é muito pouco e estamos muito distantes do ideal e isso é uma vergonha para todos nós. Pois é como se esse gravíssimo problema não existisse ou fosse invisível e talvez até simplesmente fingimos que não é problema nosso. Isso é a miséria moral a qual me refiro.
Estamos perdendo a noção de certo e errado, convivemos tanto com mendigos e indigentes na rua que estamos perdendo a capacidade de sentir compaixão e misericórdia. Convivendo tanto com a violência urbana, que passamos a crer que se nos encastelarmos em prédios e condomínios com muros altos, cercas elétricas e câmeras de vigilância, estaremos seguros, como nos castelos da idade média.
É hora de dizermos basta. Temos de fiscalizar nosso poder público, claro. Cobrar, acompanhar e participar efetivamente da vida política, pois o combate à miséria deveria ser a maior prioridade do nosso governo e dos dirigentes de todo planeta. Estamos muito longe disso. Tanto o poder público quanto nós, individualmente.
Não adianta mais jogarmos a culpa na ineficiência dos nossos mandatários, do sistema político, nem nos corruptos, nem ao poder econômico e muito menos à péssima distribuição de riqueza e renda. Então onde está o problema?
Eu gostaria de falar apenas de um motivo especificamente. A miséria moral, ou seja, a culpa é nossa, é minha também.
A falta de amor ao semelhante, ou seja, não temos a capacidade de praticar a caridade, que nada mais é do que colocar nosso amor em ação.
Amar ao semelhante como nos ensinam as diversas religiões praticadas em todo mundo é sentir misericórdia, compaixão, se indignar e se mover em prol do outro, daquele que necessita.
Não fomos capazes ainda de aprender o resumo básico de duas linhas que Jesus Cristo nos ensinou e praticou há mais de 2 mil anos.
Amar a Deus, nos fazendo seres iguais entre todos, irmãos, e amar ao semelhante como a nós mesmos.
Esse amor surge da indignação com a fome do outro, da misericórdia pela criança abandonada, da vontade de praticar o amor na sua plenitude, que deriva na caridade verdadeira e desinteressada.
Perdemos a noção de que as crianças estão abandonadas nas ruas à sua própria sorte e destino, se transformando em marginais e em futuros algozes que vão roubar e muitas vezes matar.
Delegamos responsabilidade apenas aos governos para solução dos nossos verdadeiros e gravíssimos problemas sociais, querendo nos isentar e, de certo modo, fugir das nossas responsabilidades de cidadãos do mundo.
Enquanto tivermos crianças, mulheres e homens morrendo em função da miséria não temos o direito da paz interior e devemos sim, através da nossa indignação, agir efetivamente e começar a mudar e ganhar esse jogo. A luta merece ser vencida. A luta contra a fome, a miséria, ao acesso ao saneamento básico e saúde, a educação, salvar vidas que estão perdidas para a miséria. Queremos no Brasil a “copa do mundo do amor”, essa queremos vencer.
Basta analisarmos nossa distribuição de tempo, quantas horas do nosso tempo nos dedicamos a ajudar alguém ou participamos de alguma ação que possa, de forma efetiva, melhorar a vida de outro ser humano?
Creio que é possível mudar as coisas, basta criarmos a nossa agenda positiva, a nossa agenda do bem.
Existem dezenas de formas de colaborar, de ajudar, de fazer uma pequena ou grande contribuição. Ela começa com a nossa indignação, a partir do instante que aceitarmos a nossa miséria moral e começamos a mudar como indivíduos. A partir dessa modificação, o nosso exemplo poderá mudar muita coisa para um, dois e 200 milhões de pessoas no mundo e fazermos a revolução do bem e do amor ao semelhante.
Se isso é possível?
Eu sei que é. Quem falou isso foi a figura iluminada de Mahatma Gandhi, a grande alma que ajudou a libertar a Índia pregando a não violência e o amor. Ele nos disse “Acredito na essencial unidade do homem, e portanto na unidade de todo o que vive. Desse modo, se um homem progredir espiritualmente, o mundo inteiro progride com ele, e se um homem cai, o mundo inteiro cai em igual medida”.
A partir dessa coluna, pretendo publicar a “agenda do bem”. São oportunidades para ajudar instituições, trabalhos assistências, entidades diversas e até fazer doações. Se você conhece instituições sérias e quiser divulgá-las para outras pessoas, escreva para gente. Não importa sua crença, nem sua religião, importa apenas a vontade de ajudar a quem precisa que é o que realmente importa.
Que Deus nos abençoe, pois ele nos ajuda sempre - ainda que não percebamos, e conta conosco para sermos a sua mão, a mão que se estende e que pode amparar àqueles que nada têm além da esperança.
“Agenda do bem”
Neste ano, estimativas de especialistas afirmam que cerca de 18 milhões de pessoas morrerão vítimas de motivos relacionados à pobreza, sendo predominantemente crianças e mulheres. Por dia, 50 mil pessoas perdem a vida em consequências diretamente relacionadas à miséria.
Mais de um bilhão de seres humanos vivem com menos de R$ 1,60 por dia, isso é um sétimo da humanidade inteira.
Além da fome, a falta de moradia e a ausência de qualquer forma de acesso à educação compõem um panorama para lá de infernal na vida de tantos e tantos.
Diariamente, centenas de jornais impressos de todo mundo, emissoras de rádio, televisão, portais noticiosos publicarão páginas, anunciarão e dedicarão grande espaço na divulgação das cotações e variações das bolsas de valores, das commodities, das variações das moedas, demonstrando perdas e ganhos no mercado financeiro. Além disso, especialistas em economia vão discutir a situação econômica e todos os seus índices. No entanto, deveríamos dedicar muito mais espaço para os indicadores sociais que são os que realmente importam. Esses, praticamente ficarão fora da mídia.
Um excelente indicador é o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que visa a aferir alguns itens além de aspectos econômicos, mas também com relação a características sociais, culturais e até políticas que compõem a vida e a qualidade do desenvolvimento dos homens em seus respectivos países e cidades.
A população brasileira, no índice divulgado em 2010, apresenta um IDH que a posiciona na 73ª colocação no mundo, com desenvolvimento inferior à média dos países da América Latina, embora os índices da produção da riqueza nos posicionem como a 7ª mais rica economia do planeta no ano passado.
Nosso país, atualmente, é o terceiro maior exportador de alimentos do mundo, atrás apenas dos EUA e da União Europeia. Também é o maior exportador de carne bovina e de frango, sendo líder ou se mantendo entre os três maiores produtores de grãos no mundo nas principais culturas. O agronegócio no Brasil detém praticamente 30% da produção da riqueza no país e no PIB nacional.
No entanto, apesar dessa fartura na produção, convivemos simultaneamente com situações de miséria extrema no nosso país. Especialistas defendem que a pobreza deve ser combatida com base no crescimento econômico, isso nunca se confirmou na medida em que a acumulação de 90% da riqueza se concentra em apenas 10% da população ou menos. Na outra ponta, temos outros 10%, ou cerca de 20 milhões de brasileiros, vivendo na indigência e pobreza absoluta, sem possibilidade de inserção social plena em curto e médio prazo. Não podemos esperar mais nada.
Existem inúmeros motivos que poderíamos apontar para essa situação. Jogar a culpa em modelos, sistemas, formas de governo, na democracia, já que nem ela, nem regimes de exceção, extinguiram as grandes vergonhas humanas. É verdade que existem desvios enormes pela corrupção. Aliás, convivemos há séculos com a corrupção em todas as formas de governo ao longo da história.
Também não sejamos pessimistas, pois muito de bom foi conquistado. Existem excelentes programas de distribuição de renda e acesso ao alimento. O Bom Prato, no Estado de São Paulo, atende 47 mil pessoas diariamente que podem almoçar com dignidade a R$ 1.
Em Ribeirão Preto, é só passar na rua Saldanha Marinho, 765, próximo à hora do almoço, e ver a enorme fila de pessoas que talvez não teriam como se alimentar. São, aproximadamente, 1.440 cidadãos que têm esse almoço subsidiado em nossa cidade. No total, o Estado possui 33 restaurantes do tipo.
O programa Bolsa Família, do governo federal, atende em Ribeirão Preto em torno de 12 mil famílias. No Brasil inteiro, o programa atende a aproximadamente 12 milhões de famílias.
Fora isso, existem ONGs, entidades religiosas diversas, programas voluntários e muita gente dando duro para amenizar o sofrimento alheio.
Apesar disso tudo, ainda é muito pouco e estamos muito distantes do ideal e isso é uma vergonha para todos nós. Pois é como se esse gravíssimo problema não existisse ou fosse invisível e talvez até simplesmente fingimos que não é problema nosso. Isso é a miséria moral a qual me refiro.
Estamos perdendo a noção de certo e errado, convivemos tanto com mendigos e indigentes na rua que estamos perdendo a capacidade de sentir compaixão e misericórdia. Convivendo tanto com a violência urbana, que passamos a crer que se nos encastelarmos em prédios e condomínios com muros altos, cercas elétricas e câmeras de vigilância, estaremos seguros, como nos castelos da idade média.
É hora de dizermos basta. Temos de fiscalizar nosso poder público, claro. Cobrar, acompanhar e participar efetivamente da vida política, pois o combate à miséria deveria ser a maior prioridade do nosso governo e dos dirigentes de todo planeta. Estamos muito longe disso. Tanto o poder público quanto nós, individualmente.
Não adianta mais jogarmos a culpa na ineficiência dos nossos mandatários, do sistema político, nem nos corruptos, nem ao poder econômico e muito menos à péssima distribuição de riqueza e renda. Então onde está o problema?
Eu gostaria de falar apenas de um motivo especificamente. A miséria moral, ou seja, a culpa é nossa, é minha também.
A falta de amor ao semelhante, ou seja, não temos a capacidade de praticar a caridade, que nada mais é do que colocar nosso amor em ação.
Amar ao semelhante como nos ensinam as diversas religiões praticadas em todo mundo é sentir misericórdia, compaixão, se indignar e se mover em prol do outro, daquele que necessita.
Não fomos capazes ainda de aprender o resumo básico de duas linhas que Jesus Cristo nos ensinou e praticou há mais de 2 mil anos.
Amar a Deus, nos fazendo seres iguais entre todos, irmãos, e amar ao semelhante como a nós mesmos.
Esse amor surge da indignação com a fome do outro, da misericórdia pela criança abandonada, da vontade de praticar o amor na sua plenitude, que deriva na caridade verdadeira e desinteressada.
Perdemos a noção de que as crianças estão abandonadas nas ruas à sua própria sorte e destino, se transformando em marginais e em futuros algozes que vão roubar e muitas vezes matar.
Delegamos responsabilidade apenas aos governos para solução dos nossos verdadeiros e gravíssimos problemas sociais, querendo nos isentar e, de certo modo, fugir das nossas responsabilidades de cidadãos do mundo.
Enquanto tivermos crianças, mulheres e homens morrendo em função da miséria não temos o direito da paz interior e devemos sim, através da nossa indignação, agir efetivamente e começar a mudar e ganhar esse jogo. A luta merece ser vencida. A luta contra a fome, a miséria, ao acesso ao saneamento básico e saúde, a educação, salvar vidas que estão perdidas para a miséria. Queremos no Brasil a “copa do mundo do amor”, essa queremos vencer.
Basta analisarmos nossa distribuição de tempo, quantas horas do nosso tempo nos dedicamos a ajudar alguém ou participamos de alguma ação que possa, de forma efetiva, melhorar a vida de outro ser humano?
Creio que é possível mudar as coisas, basta criarmos a nossa agenda positiva, a nossa agenda do bem.
Existem dezenas de formas de colaborar, de ajudar, de fazer uma pequena ou grande contribuição. Ela começa com a nossa indignação, a partir do instante que aceitarmos a nossa miséria moral e começamos a mudar como indivíduos. A partir dessa modificação, o nosso exemplo poderá mudar muita coisa para um, dois e 200 milhões de pessoas no mundo e fazermos a revolução do bem e do amor ao semelhante.
Se isso é possível?
Eu sei que é. Quem falou isso foi a figura iluminada de Mahatma Gandhi, a grande alma que ajudou a libertar a Índia pregando a não violência e o amor. Ele nos disse “Acredito na essencial unidade do homem, e portanto na unidade de todo o que vive. Desse modo, se um homem progredir espiritualmente, o mundo inteiro progride com ele, e se um homem cai, o mundo inteiro cai em igual medida”.
A partir dessa coluna, pretendo publicar a “agenda do bem”. São oportunidades para ajudar instituições, trabalhos assistências, entidades diversas e até fazer doações. Se você conhece instituições sérias e quiser divulgá-las para outras pessoas, escreva para gente. Não importa sua crença, nem sua religião, importa apenas a vontade de ajudar a quem precisa que é o que realmente importa.
Que Deus nos abençoe, pois ele nos ajuda sempre - ainda que não percebamos, e conta conosco para sermos a sua mão, a mão que se estende e que pode amparar àqueles que nada têm além da esperança.
“Agenda do bem”
- PARA DOAR SANGUE:
Centro Regional de Hemoterapia do HCFMRP-USP
Rua Tenente Catão Roxo, 2501 – Telefone: (16) 2101-9300
Informações diversas e agendamento pelo telefone: 0800-979 6049
http://pegasus.fmrp.usp.br/projeto/guiadoad.htm
http://www.hemocentro.fmrp.usp.br/projeto/redesocial/habitual.html
Centro Regional de Hemoterapia do HCFMRP-USP
Rua Tenente Catão Roxo, 2501 – Telefone: (16) 2101-9300
Informações diversas e agendamento pelo telefone: 0800-979 6049
http://pegasus.fmrp.usp.br/projeto/guiadoad.htm
http://www.hemocentro.fmrp.usp.br/projeto/redesocial/habitual.html
Obs.: Para quem não pode doar, existe também um programa de voluntariado do Hemocentro. Acesse: http://www.hemocentro.fmrp.usp.br/projeto/redesocial/voluntario.html
- PARA SER DOADOR DE ÓRGÃOS:
Organização de Procura de Órgãos (OPO) do HC-RP
Telefone: (16) 3602-2777
Transplante de córnea: (16) 3633-1322 ou 3602-2521
http://www.hcrp.fmrp.usp.br/sitehc/informacao.aspx?id=82&ref=7&refV=37
Cadastro de doadores
http://www.adote.org.br/cadastro_doadores.php
Organização de Procura de Órgãos (OPO) do HC-RP
Telefone: (16) 3602-2777
Transplante de córnea: (16) 3633-1322 ou 3602-2521
http://www.hcrp.fmrp.usp.br/sitehc/informacao.aspx?id=82&ref=7&refV=37
Cadastro de doadores
http://www.adote.org.br/cadastro_doadores.php
- PARA SER VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL DO CÂNCER DE RIBEIRAO PRETO:
Rua Octávio Martins Braga, 50 - Residencial Flórida Ribeirão Preto
Telefones: (16) 3878-9700
contato@hcancerderibeirao.org.br
Voluntariado: http://www.hcancerderibeirao.com.br/amigos-voluntariado/
Doações: http://www.hcancerderibeirao.com.br/quero-doar/
Rua Octávio Martins Braga, 50 - Residencial Flórida Ribeirão Preto
Telefones: (16) 3878-9700
contato@hcancerderibeirao.org.br
Voluntariado: http://www.hcancerderibeirao.com.br/amigos-voluntariado/
Doações: http://www.hcancerderibeirao.com.br/quero-doar/
- PARA SER VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DE RIBEIRAO PRETO:
CENTRO DE VOLUNTARIADO
Serviço Social – (16) 3602-2344 (andreiabossa@hcrp.usp.br)
Para ajudar é preciso ser maior de 18 anos.
A permanência máxima no hospital é de 3h e a frequência é de no máximo duas vezes por semana. Áreas de leitura de histórias para crianças e ensino de artesanatos.
DOAÇÕES
Serviço Social – (16) 3602-2344
- Alimentos não perecíveis
- Brinquedos novos (o hospital não recebe objetos usados devido ao risco de contaminação)
- etc.
CENTRO DE VOLUNTARIADO
Serviço Social – (16) 3602-2344 (andreiabossa@hcrp.usp.br)
Para ajudar é preciso ser maior de 18 anos.
A permanência máxima no hospital é de 3h e a frequência é de no máximo duas vezes por semana. Áreas de leitura de histórias para crianças e ensino de artesanatos.
DOAÇÕES
Serviço Social – (16) 3602-2344
- Alimentos não perecíveis
- Brinquedos novos (o hospital não recebe objetos usados devido ao risco de contaminação)
- etc.
- PARA SER DOADOR DE MEDULA ÓSSEA:
Cadastro pelo telefone 0800 979 6049
Para mais informações acesse:http://www.hemocentro.fmrp.usp.br/projeto/redesocial/medula.html
Cadastro pelo telefone 0800 979 6049
Para mais informações acesse:http://www.hemocentro.fmrp.usp.br/projeto/redesocial/medula.html
- PARA DOAR ALGUM VALOR AJUDAR POPULAÇÃO DA SOMÁLIA:
Pela Cruz Vermelha: http://www.cruzvermelha.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=215
Pelo Unicef:
http://www.unicef.org/brazil/pt/media_21268.htm
Pela Cruz Vermelha: http://www.cruzvermelha.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=215
Pelo Unicef:
http://www.unicef.org/brazil/pt/media_21268.htm
- PARA DOAR ALIMENTOS AS FAMÍLIAS CARENTES DE RIBEIRÃO PRETO:
BANCO DE ALIMENTOS DE RIBEIRÃO PRETO
O Banco de Alimentos de Ribeirão Preto atende entidades assistenciais distribuindo cestas básicas emergenciais a famílias em situação de risco.
Unidade I: Avenida Bandeirantes, 285 - (16) 3941-5158
Unidade II: Rodovia Anhanguera, Km 322, no Ceagesp - (16) 3638.2885
http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/principaln.php?pagina=/scidadania/balimento/i27p-banco.htm
BANCO DE ALIMENTOS DE RIBEIRÃO PRETO
O Banco de Alimentos de Ribeirão Preto atende entidades assistenciais distribuindo cestas básicas emergenciais a famílias em situação de risco.
Unidade I: Avenida Bandeirantes, 285 - (16) 3941-5158
Unidade II: Rodovia Anhanguera, Km 322, no Ceagesp - (16) 3638.2885
http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/principaln.php?pagina=/scidadania/balimento/i27p-banco.htm
- PARA AJUDAR NA PROTEÇÃO DA ECOLOGIA
Greenpeace Brasil: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Participe/Voluntario/
WWF Brasil: http://www.wwf.org.br/participe/seja_um_afiliado/
Greenpeace Brasil: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Participe/Voluntario/
WWF Brasil: http://www.wwf.org.br/participe/seja_um_afiliado/
- PARA AJUDAR CRIANÇAS ÓRFÃS:Carib - Centro de Abrigo e Apoio à Adoção de Ribeirão Preto
Telefone: (16) 3626.7511 - info@carib.org.br
Rua Ametista, 920 - Campos Elíseos
http://www.carib.org.br/
Telefone: (16) 3626.7511 - info@carib.org.br
Rua Ametista, 920 - Campos Elíseos
http://www.carib.org.br/
- PARA PARTICIPAR COMO VOLUNTARIO NA CVV (CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA):
O Centro dá cursos para seleção de voluntários e podem se inscrever homens e mulheres com 18 anos completos ou mais.
Rua Mariana Junqueira, 729 - Centro
(16) 3636-4111 - ribeiraopreto@cvv.org.br
http://www.cvv.org.br/site/seja-voluntario.html
O Centro dá cursos para seleção de voluntários e podem se inscrever homens e mulheres com 18 anos completos ou mais.
Rua Mariana Junqueira, 729 - Centro
(16) 3636-4111 - ribeiraopreto@cvv.org.br
http://www.cvv.org.br/site/seja-voluntario.html
- PARA SER VOLUNTÁRIO NA (O)...
APAE RIBEIRÃO PRETO
O interessado em ajudar deve ir até a instituição e preencher uma ficha. Quando a APAE necessitar da ajuda de voluntários, ela entra em contato.
R. Coracy de Toledo Piza, 571 - Ribeirânia
(16) 3512-5200 – escola@apaerpo.org.br
http://www.apaerpo.org.br/apae/emails.html
APAE RIBEIRÃO PRETO
O interessado em ajudar deve ir até a instituição e preencher uma ficha. Quando a APAE necessitar da ajuda de voluntários, ela entra em contato.
R. Coracy de Toledo Piza, 571 - Ribeirânia
(16) 3512-5200 – escola@apaerpo.org.br
http://www.apaerpo.org.br/apae/emails.html
HOSPITAL DE RETAGUARDA FRANCISCO DE ASSIS
Interessados em ajudar devem visitar a instituição para conhecê-la e preencher uma ficha.
Rua Luiz Záccaro, 53 - Solar Boa Vista
(16) 2102-5757 / (16) 3919-1718
http://hrfranciscodeassis.com.br/pagina_pt/
Interessados em ajudar devem visitar a instituição para conhecê-la e preencher uma ficha.
Rua Luiz Záccaro, 53 - Solar Boa Vista
(16) 2102-5757 / (16) 3919-1718
http://hrfranciscodeassis.com.br/pagina_pt/
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