Central tem convicção que a vitória dos profissionais do ensino é fundamental para o fortalecimento da luta da classe trabalhadora em Minas Gerais
Escrito por: CUT-MG
O governo de Minas Gerais mantém sua postura truculenta e antidemocrática até quando reconhece, em parte, um erro. Mesmo admitindo que o subsídio tem falhas graves e é injusto, a administração tucana insiste em impor o sistema de remuneração e tenta enrolar mais uma vez os trabalhadores e trabalhadoras em educação, que paralisaram as atividades há mais de dois meses, coordenados pelo Sind-UTE/MG, para forçar a negociação do pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional. A tentativa em tornar o subsídio aceitável, levando-se em consideração tempo de serviço, quinquênios e anuênios, não passa de mais uma farsa do governo do Estado, como choque de gestão, o déficit zero e as leis delegadas. Os trabalhadores e trabalhadoras em educação, coordenados com competência e sabedoria política pela direção do Sind-UTE/MG, já adiantaram que não vão cair nesta armadilha, assim como rejeitaram o subsídio e optaram pela manutenção da remuneração básica. Exigem o pagamento do piso.
A CUT-MG, que há mais de oito anos vem denunciando e combatendo as arbitrariedades do governo do Estado, que precariza o serviço público e desrespeita os direitos e interesses dos servidores públicos, está ao lado dos trabalhadores e trabalhadoras em educação e apoia incondicionalmente o movimento coordenado pelo Sind-UTE/MG. A CUT-MG tem a convicção que a vitória dos profissionais do ensino é fundamental para o fortalecimento da luta da classe trabalhadora em Minas Gerais contra os desmandos e o descaso da administração tucana.
Direção Estadual da CUT-MG
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