A juíza Patrícia Acioli, assassinada com 21 tiros na madrugada da última sexta-feira (12) em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro, estava organizando uma força-tarefa contra crimes cometidos por policiais militares em conjunto com a Corregedoria da Polícia Militar e promotores do Ministério Público que atuavam na 4ª Vara Criminal do Fórum de São Gonçalo, onde a magistrada era titular.
A iniciativa começou a ser montada uma semana antes de Patrícia ser assassinada.
De acordo com a PM, o principal objetivo do grupo era acompanhar os casos de auto de resistência – registros de morte durante suposta troca de tiros com policiai militares.
Os policiais da Corregedoria da PM ficariam responsáveis por checar todas as ocorrências desse tipo e investigar possíveis autos de resistências forjados, na maioria das vezes para encobrir outros crimes, como milícia e o envolvimento de policiais militares com grupos de extermínio.
Com isso, a intenção era reunir provas claras para Ministério Público poder ter mais rigor nos processos envolvendo os PMs suspeitos.
A iniciativa começou a ser montada uma semana antes de Patrícia ser assassinada.
De acordo com a PM, o principal objetivo do grupo era acompanhar os casos de auto de resistência – registros de morte durante suposta troca de tiros com policiai militares.
Os policiais da Corregedoria da PM ficariam responsáveis por checar todas as ocorrências desse tipo e investigar possíveis autos de resistências forjados, na maioria das vezes para encobrir outros crimes, como milícia e o envolvimento de policiais militares com grupos de extermínio.
Com isso, a intenção era reunir provas claras para Ministério Público poder ter mais rigor nos processos envolvendo os PMs suspeitos.
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