A Assembleia Legislativa realizará, nesta quinta-feira (4) às 14h, uma sessão solene que homenageará o Centro Espírita Beneficente União do Vegetal (UDV). A sociedade religiosa, criada pelo baiano José Gabriel da Costa, comemora 50 anos. A instituição é conhecida pelo uso do chá de Hoasca, cujo uso é regulamentado pelo Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad) para instituições religiosas. Na Bahia, a UDV está presente em Salvador, Camaçari, Coração de Maria, Eunápolis, Ilhéus, Ipiaú, Lauro de Freitas e Vitória da Conquista. A iniciativa de homenagear a União do Vegetal partiu do deputado estadual Cacá Leão. "A UDV é uma religião genuinamente brasileira criada na Floresta Amazônica por um baiano, e tem prestado um serviço importante na Bahia e no Brasil", afirmou. O uso do Vegetal ainda levanta questionamento sobre seus efeitos, a exemplo do episódio que envolveu a morte do cartunista Glauco Villas Boas e seu filho, em 2010. O autor dos crimes foi considerado inimputável pela Justiça, porque não teria faculdades mentais para avaliar o ato que praticou.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Assembleia Legislativa: Sessão solene homenageia União do Vegetal.
A Assembleia Legislativa realizará, nesta quinta-feira (4) às 14h, uma sessão solene que homenageará o Centro Espírita Beneficente União do Vegetal (UDV). A sociedade religiosa, criada pelo baiano José Gabriel da Costa, comemora 50 anos. A instituição é conhecida pelo uso do chá de Hoasca, cujo uso é regulamentado pelo Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad) para instituições religiosas. Na Bahia, a UDV está presente em Salvador, Camaçari, Coração de Maria, Eunápolis, Ilhéus, Ipiaú, Lauro de Freitas e Vitória da Conquista. A iniciativa de homenagear a União do Vegetal partiu do deputado estadual Cacá Leão. "A UDV é uma religião genuinamente brasileira criada na Floresta Amazônica por um baiano, e tem prestado um serviço importante na Bahia e no Brasil", afirmou. O uso do Vegetal ainda levanta questionamento sobre seus efeitos, a exemplo do episódio que envolveu a morte do cartunista Glauco Villas Boas e seu filho, em 2010. O autor dos crimes foi considerado inimputável pela Justiça, porque não teria faculdades mentais para avaliar o ato que praticou.
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