
Com essa imagem área foi possível observar degradação ambiental em vários trechos do Tarumã, resultado de exploração de pedreira irregular.
Uma equipe de fiscalização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) enviará na tarde desta segunda-feira (25) uma equipe de fiscalização até o local onde supostamente estaria ocorrendo a atividade de extração mineral irregular na área da Vivenda Verde, no Tarumã, Zona Oeste de Manaus.
O problema foi denunciado, pela Imprensa, por moradores que afirmam ouvir durante a noite e madrugada o barulho de explosões.
Com base em imagens aéreas feitas no local, o secretário municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Marcelo Dutra, determinou que os fiscais localizassem os acessos para chegar a área por terra, identificassem e autuassem os responsáveis.
Ao analisar as imagens, Marcelo Dutra observou a existência de alguns pontos de vegetação sobre as pedras, o que, segundo ele, seria um indicativo de que o local estaria abandonado.
“Não se observa nas imagens a presença de maquinário nem de sinais de fluxo de veículos pesados. De qualquer forma, é importante que tenhamos a noção exata do que está acontecendo”, disse ele, lembrando que aquela pode ser uma área de mineração desativada há anos pelo Ibama e que pode estar sendo novamente utilizada de modo clandestino, com a anuência de algum proprietário de terra do local.
“Não se observa nas imagens a presença de maquinário nem de sinais de fluxo de veículos pesados. De qualquer forma, é importante que tenhamos a noção exata do que está acontecendo”, disse ele, lembrando que aquela pode ser uma área de mineração desativada há anos pelo Ibama e que pode estar sendo novamente utilizada de modo clandestino, com a anuência de algum proprietário de terra do local.
Há suspeitas de que a extração esteja ocorrendo de forma gradativa, sem que ainda esteja ocorrendo a retirada do material para não chamar a atenção dos órgãos ambientais.
Por meio do laboratório de Geoprocessamento da Semmas, foi realizado um trabalho de investigação que chegou a três possibilidades de acesso ao provável local da extração pela Estrada do Turismo.
Por meio do laboratório de Geoprocessamento da Semmas, foi realizado um trabalho de investigação que chegou a três possibilidades de acesso ao provável local da extração pela Estrada do Turismo.
“Percorreremos os três ramais até conseguimos verificar in loco o que está acontecendo”, afirmou Dutra.
Segundo o secretário, a Área de Proteção Ambiental (APA) do Tarumã é estritamente proibida para esse tipo de atividade.
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