O impasse entre a comunidade quilombola residente na Ilha de São João, em Simões Filho, e a Marinha do Brasil terminou no início desta semana.
Foto: Paula Pitta.Cerca de 34 famílias vivem na comunidadeEm reunião realizada segunda-feira (25/07), na sede da Defensoria Pública da União, foi definido que as 34 famílias residentes há 110 anos na área pertencente ao governo federal serão relocadas, em até 180 dias, para um conjunto habitacional que será construído pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano.
Até lá, os populares ficarão abrigados em unidades escolares pertencentes à Prefeitura de Simões Filho, que também prestará auxílio mensal de R$ 100 através do programa Bolsa Cidadania.
A deputada Luiza Maia, que ajudou a intermediar a situação, ficou satisfeita com a resolução do “conflito”. Porém, a petista disse que a União deveria deixar os moradores permanecerem na Base Naval de Aratu até que as novas residências sejam entregues.
De acordo com informações dos moradores, o conflito começou no ano de 2009, quando a Marinha exigiu a saída das 34 famílias ocupantes das “terras” da União, em um prazo de 120 dias, que, sem terem para onde ir, ficaram em situação difícil.
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