
MariaHelena – O município de Maria Helena realizou a Primeira Semana de Combate a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Na última sexta-feira, a agenda de ações foi encerrada com palestra de uma especialista do Ministério Público de Curitiba. Na avaliação dos membros da administração municipal que trabalham no combate a exploração, estimular a denúncia é essencial para que um quadro crítico comece a ser revertido.
Segundo a assessora do Centro de Apoio às Promotorias da Criança e do Adolescente do Ministério Público do Paraná, Ângela Mendonça, a intenção da palestra é trabalhar o estatuto para poder, junto com a sociedade, desenvolver melhor como estão sendo educadas as crianças de hoje e o que precisa mudar, partindo de dois pontos principais: o cuidado e o limite. “As crianças estão sendo educadas apenas com violência, física e psicológica”, critica.
Ela ainda afirma que a distância dos pais com a criança, por diversos motivos, acaba facilitando a formação da moral pela mídia. “O contato excessivo com o computador e a televisão faz com que as crianças e adolescentes não levem seus problemas para os pais, e é lá na frente que vão exteriorizar os conflitos internos através das drogas”, explica.
Também foi abordado na palestra o código civil sobre o poder familiar frente ao estatuto. “Muitos pais reclamam que o estatuto protege demais a criança e o adolescente, mas de acordo com o código civil o filho deve todo o respeito e atenção ao que está sendo passado pelos pais”, explica.
Para o prefeito de Maria Helena, Osmar Trentine, a questão da educação e do abuso sexual é de extrema importância atualmente. Todas as entidades, Conselho Tutelar, Cras e secretarias do município estavam presentes no evento. “É muito importante incentivar as pessoas a utilizar o Disque 100 para denúncias”, diz.
Segundo o presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Rodrigo Morais Morini, o município vem trabalhando bastante nas políticas de combate, procurando atender todas as denúncias e conscientizando a população a denunciar.
A secretária do Bem Estar Social, Lurdevina Moleta, afirma que iniciou-se em Maria Helena um movimento que deverá se repetir todos os anos. “A situação é crítica e gritante, mas a intenção dessa semana de combate é justamente procurar soluções”.
18 DE MAIO
Entidades e órgãos governamentais ligados à defesa dos direitos humanos celebram, no dia 18 de maio (próxima quarta-feira), o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Conforme denuncia o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), dentre as diversas manifestações de violência contra crianças e adolescentes, as mais incidentes são o abuso sexual praticado por integrantes da própria família e a exploração sexual para fins comerciais, como a prostituição, a pornografia e o tráfico.
Além de crime e cruel violação dos direitos humanos, essas expressões resultam em danos irreparáveis para o desenvolvimento físico, psíquico, social e moral das crianças e dos adolescentes suscetíveis a esse tipo de violência. Entre outras conseqüências, as vítimas estão sujeitas à dependência de drogas, à gravidez precoce e indesejada, a distúrbios comportamentais e doenças sexualmente transmissíveis.
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes foi criado pela Lei n.º 9.970, de 17 de maio de 2000, em razão do crime que comoveu o Brasil, ocorrido na cidade de Vitória, capital do Espírito Santo, em 1973. Naquele ano, a menina Araceli Cabrera Crespo, de oito anos, foi espancada, violentada e assassinada. Até hoje, os culpados pelo crime não foram punidos.
Segundo a assessora do Centro de Apoio às Promotorias da Criança e do Adolescente do Ministério Público do Paraná, Ângela Mendonça, a intenção da palestra é trabalhar o estatuto para poder, junto com a sociedade, desenvolver melhor como estão sendo educadas as crianças de hoje e o que precisa mudar, partindo de dois pontos principais: o cuidado e o limite. “As crianças estão sendo educadas apenas com violência, física e psicológica”, critica.
Ela ainda afirma que a distância dos pais com a criança, por diversos motivos, acaba facilitando a formação da moral pela mídia. “O contato excessivo com o computador e a televisão faz com que as crianças e adolescentes não levem seus problemas para os pais, e é lá na frente que vão exteriorizar os conflitos internos através das drogas”, explica.
Também foi abordado na palestra o código civil sobre o poder familiar frente ao estatuto. “Muitos pais reclamam que o estatuto protege demais a criança e o adolescente, mas de acordo com o código civil o filho deve todo o respeito e atenção ao que está sendo passado pelos pais”, explica.
Para o prefeito de Maria Helena, Osmar Trentine, a questão da educação e do abuso sexual é de extrema importância atualmente. Todas as entidades, Conselho Tutelar, Cras e secretarias do município estavam presentes no evento. “É muito importante incentivar as pessoas a utilizar o Disque 100 para denúncias”, diz.
Segundo o presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Rodrigo Morais Morini, o município vem trabalhando bastante nas políticas de combate, procurando atender todas as denúncias e conscientizando a população a denunciar.
A secretária do Bem Estar Social, Lurdevina Moleta, afirma que iniciou-se em Maria Helena um movimento que deverá se repetir todos os anos. “A situação é crítica e gritante, mas a intenção dessa semana de combate é justamente procurar soluções”.
18 DE MAIO
Entidades e órgãos governamentais ligados à defesa dos direitos humanos celebram, no dia 18 de maio (próxima quarta-feira), o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Conforme denuncia o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), dentre as diversas manifestações de violência contra crianças e adolescentes, as mais incidentes são o abuso sexual praticado por integrantes da própria família e a exploração sexual para fins comerciais, como a prostituição, a pornografia e o tráfico.
Além de crime e cruel violação dos direitos humanos, essas expressões resultam em danos irreparáveis para o desenvolvimento físico, psíquico, social e moral das crianças e dos adolescentes suscetíveis a esse tipo de violência. Entre outras conseqüências, as vítimas estão sujeitas à dependência de drogas, à gravidez precoce e indesejada, a distúrbios comportamentais e doenças sexualmente transmissíveis.
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes foi criado pela Lei n.º 9.970, de 17 de maio de 2000, em razão do crime que comoveu o Brasil, ocorrido na cidade de Vitória, capital do Espírito Santo, em 1973. Naquele ano, a menina Araceli Cabrera Crespo, de oito anos, foi espancada, violentada e assassinada. Até hoje, os culpados pelo crime não foram punidos.
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