Difícil, após uma derrota indiscutível como a do domingo, 5, contra o Grêmio, justificar nos microfones da imprensa os motivos pelos quais o Bahia não conseguiu ser páreo para o Tricolor gaúcho.
E, em geral, as tais justificativas dificilmente convencem. É o caso das ouvidas ontem e também nos dois primeiros jogos do Brasileirão. Culpar um dos tempos da partida soa como uma tentativa de minimizar o desempenho na totalidade do jogo.
Ao contrário do que aconteceu contra América-MG e Flamengo, quando o time entrou em campo exibindo um bom futebol e caiu no tempo final, diante do Grêmio levou uma lavada na primeira etapa e, após o intervalo, apresentou uma leve reação, contando com o relaxamento do adversário.
Porém, nas entrevistas, porrada nos pobres 45 minutos iniciais. “O primeiro tempo matou a gente”, lamentou o lateral Gabriel. “O time foi muito mal no primeiro tempo e carregamos este peso até o final”, afirmou o centroavante Souza. “No primeiro tempo, o Grêmio veio pra cima e a gente aceitou. Depois, até que nos acertamos, mas quem quer vencer tem que ficar ligado o jogo todo”, analisou o goleiro Marcelo Lomba.
Especialista em análises, o treinador René Simões não apresentou discurso muito diferente ao dos comandados. “Fizemos um primeiro tempo irreconhecível. Marcamos olhando e fazer isso contra uma equipe do Grêmio é fatal”, disse ele, que, bem ao seu estilo positivo, elogiou a postura do time na segunda etapa: “Gostei da reação. Crescemos muito e o jogo foi nosso. Acertamos bola na trave e perdemos chances”.
Para René, se seus pupilos tivessem atuado no primeiro tempo da mesma forma que no segundo, o resultado seria outro. Mas ele não se furtou a comentar sobre os erros que causaram a derrota tricolor. “Faltou a recomposição rápida, ganhar a bola no meio, dobrar a marcação pelos lados. Enfim, por termos tomado gol, vai estourar tudo em cima da defesa, mas é o sistema todo. Não é só a cozinha, mas a sala, a frente da casa... tudo”, filosofou.
Então, se a culpa não é da zaga ou dos volantes, não é necessário reforçar os setores, comandante? “Qualificar é sempre bom, mas temos que ter um pouco de calma agora“.
Estreia aguardada - Na parte ofensiva, René Simões identificou um problema na qualidade do passe. Problema que poderá ser solucionado com a provável estreia de Ricardinho, no próximo domingo, 12, contra o Atlético-MG, em Pituaçu.
“É o nosso planejamento. Se tiver a melhora que se espera nesta semana, ele vai para o jogo”, afirmou o treinador, que descartou a participação de Carlos Alberto e praticamente confirmou a volta de Jancarlos.
Ao contrário do que aconteceu contra América-MG e Flamengo, quando o time entrou em campo exibindo um bom futebol e caiu no tempo final, diante do Grêmio levou uma lavada na primeira etapa e, após o intervalo, apresentou uma leve reação, contando com o relaxamento do adversário.
Especialista em análises, o treinador René Simões não apresentou discurso muito diferente ao dos comandados. “Fizemos um primeiro tempo irreconhecível. Marcamos olhando e fazer isso contra uma equipe do Grêmio é fatal”, disse ele, que, bem ao seu estilo positivo, elogiou a postura do time na segunda etapa: “Gostei da reação. Crescemos muito e o jogo foi nosso. Acertamos bola na trave e perdemos chances”.
Para René, se seus pupilos tivessem atuado no primeiro tempo da mesma forma que no segundo, o resultado seria outro. Mas ele não se furtou a comentar sobre os erros que causaram a derrota tricolor. “Faltou a recomposição rápida, ganhar a bola no meio, dobrar a marcação pelos lados. Enfim, por termos tomado gol, vai estourar tudo em cima da defesa, mas é o sistema todo. Não é só a cozinha, mas a sala, a frente da casa... tudo”, filosofou.
Então, se a culpa não é da zaga ou dos volantes, não é necessário reforçar os setores, comandante? “Qualificar é sempre bom, mas temos que ter um pouco de calma agora“.
Estreia aguardada -
“É o nosso planejamento. Se tiver a melhora que se espera nesta semana, ele vai para o jogo”, afirmou o treinador, que descartou a participação de Carlos Alberto e praticamente confirmou a volta de Jancarlos.
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