Cerca de oito homens encapuzados e fortemente armados com metralhadoras e pistolas explodiram dois caixas eletrônicos, fizeram ao menos cinco reféns e causaram pânico na cidade de Aracatu (BA), a 546 km da capital do Estado, na madrugada deste domingo. De acordo com a Polícia Civil local, o grupo é de fora do município.
Segundo testemunhas, a ação começou por volta das 2h, quando o bando explodiu dois caixas eletrônicos, um do Bradesco e outro do Banco do Brasil, que ficavam em um pequeno módulo de construção no centro da cidade. De acordo com a polícia, a quantidade de explosivos foi mal calculada, pois o estouro chegou a derrubar as paredes de concreto do módulo onde ficavam as máquinas. Com visibilidade ruim por causa da fuligem, os bandidos não notaram um compartimento em que havia notas e deixaram cerca de R$ 112 mil para trás.
Logo após a explosão, ouvida em toda a cidade de acordo com testemunhas, os suspeitos foram a uma festa próxima e fizeram quatro pessoas reféns, possivelmente para se resguardarem caso a polícia viesse. Pouco tempo depois, liberaram os reféns, roubaram um carro e fugiram para a zona rural da cidade.
No caminho, segundo a polícia, os suspeitos arrebentaram cabos da torre de uma operadora de telefonia celular, atiraram em prédios, na delegacia e na viatura estacionada no pátio. Os três guardas municipais que faziam a vigilância da unidade trabalham desarmados, e ao verificar o ataque com armas de grosso calibre, fugiram pelos fundos da delegacia.
A polícia suspeita ainda que o grupo tenha se perdido na zona rural da cidade. Lá, os bandidos renderam um vaqueiro e o mantiveram como refém até saírem do município. O bando fugiu em pelo menos dois carros antes da polícia chegar ao local.
O caso é investigado pela delegacia de Aracatu, que pertence à Coordenadoria de Brumado (BA), em conjunto com um grupo especializado em repressão a roubos de bancos de Vitória da Conquista (BA). Até o momento, nenhum suspeito foi identificado.
Segundo testemunhas, a ação começou por volta das 2h, quando o bando explodiu dois caixas eletrônicos, um do Bradesco e outro do Banco do Brasil, que ficavam em um pequeno módulo de construção no centro da cidade. De acordo com a polícia, a quantidade de explosivos foi mal calculada, pois o estouro chegou a derrubar as paredes de concreto do módulo onde ficavam as máquinas. Com visibilidade ruim por causa da fuligem, os bandidos não notaram um compartimento em que havia notas e deixaram cerca de R$ 112 mil para trás.
Logo após a explosão, ouvida em toda a cidade de acordo com testemunhas, os suspeitos foram a uma festa próxima e fizeram quatro pessoas reféns, possivelmente para se resguardarem caso a polícia viesse. Pouco tempo depois, liberaram os reféns, roubaram um carro e fugiram para a zona rural da cidade.
No caminho, segundo a polícia, os suspeitos arrebentaram cabos da torre de uma operadora de telefonia celular, atiraram em prédios, na delegacia e na viatura estacionada no pátio. Os três guardas municipais que faziam a vigilância da unidade trabalham desarmados, e ao verificar o ataque com armas de grosso calibre, fugiram pelos fundos da delegacia.
A polícia suspeita ainda que o grupo tenha se perdido na zona rural da cidade. Lá, os bandidos renderam um vaqueiro e o mantiveram como refém até saírem do município. O bando fugiu em pelo menos dois carros antes da polícia chegar ao local.
O caso é investigado pela delegacia de Aracatu, que pertence à Coordenadoria de Brumado (BA), em conjunto com um grupo especializado em repressão a roubos de bancos de Vitória da Conquista (BA). Até o momento, nenhum suspeito foi identificado.
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