segunda-feira, 16 de maio de 2016

Postos em Feira de Santana reduzem preços da gasolina

Em alguns postos na Avenida Presidente Dutra, em Feira de Santana, houve uma redução no preço da gasolina, que antes custava R$ 3,71, o litro e caiu para R$ 3,39.
Já o preço do álcool caiu de R$ 2,69 o litro, para R$ 2,59. O preso do diesel está mantido em R$ 2,94, o litro.
Os representantes dos postos não quiseram falar os motivos dessa redução de preço.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Neto lidera intenção de voto para governo da Bahia, diz Ibope.

Segundo pesquisa realizada pelo Ibope, entre os dias 17 e 21 de agosto, com 1008 pessoas, o prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) ocuparia a cadeira do governador. A pesquisa foi encomendada pela Federação dos Empregados no Comercio de Bens e Serviços do Estado da Bahia e Sergipe (Fecombase). Na pesquisa estimulada, quando se apresenta o nome dos candidatos, a oposição aparece nas três primeiras colocações. Neto seria seguido por Paulo Souto, com 14% e o Geddel Vieira Lima, com 13%. Da base do governo, a senadora Lídice da Mata (PSB) é a que melhor pontuou. Dos pré-candidatos petistas (Rui Costa, José Sérgio Gabrielli, Walter Pinheiro e Luiz Caetano), o senador foi o melhor colocado. Rui Costa – a aposta do governador – não apresentou o resultado esperado pelo governo. O secretário da Casa Civil perdeu para Pinheiro em todas as simulações. Ainda na pesquisa estimulada a senadora obteve 6% dos votos, seguida de Walter Pinheiro com 4%. O vice-governador Otto Alencar (PSD) aparece com 2% e por último o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo (PDT), com 1% dos votos. Quem não pontuou foi o prefeito de Mata de São João, João Gualberto (PSDB). Sem o nome de ACM Neto na disputa, o presidente do PMDB na Bahia, Geddel Vieira Lima teria 30%, mas perderia para o ex-governador Paulo Souto (DEM). Já Lídice da Mata seria a melhor colocada entre os candidatos da base do governo, ficando à frente ainda de Walter Pinheiro e Rui Costa. Ainda na pesquisa, 37% dos entrevistados disseram querer mudanças totais na administração do estado. Outros 19% disseram que fariam poucas mudanças e 9% não mudariam.
ACM Neto lidera pesquisa de intenção de voto para governo da Bahia, diz Ibope

Morre a escritora baiana Sônia Coutinho.

A escritora baiana Sônia Coutinho, de 74 anos, por duas vezes vencedora do Prêmio Jabuti. Seu corpo foi velado neste domingo (25), no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul, e será cremado nesta segunda (26), às 11h, no Cemitério do Caju, na Zona Portuária da cidade. A informação foi confirmada pelo Crematório da Santa Casa da Misericórdia.
Sonia, também jornalista, contista e tradutora, venceu o Jabuti pela primeira vez em 1979, com o conto “Os venenos de Lucrécia”. Vinte anos depois, em 1999, ganhou pelo livro “Os seiso de Pandora”. Em 2006, recebeu ainda o Prêmio Clarice Lispector, dado pela Biblioteca Nacional, pelo livro de contos "Ovelha negra e amiga loura".
Sônia nasceu em Itabuna, na Bahia, em 1939. Filha do poeta simbolista e político Nathan Coutinho (1911-1991), ela deixa uma filha (que teve com o ex-marido, o poeta e jornalista Florisvaldo Mattos), a psicóloga Elsa de Mattos, e dois netos.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Estado clínico de Oscar Niemeyer tem 'agravamento', diz boletim médico.

Estado clínico de Oscar Niemeyer tem 'agravamento', diz boletim médico




O estado clínico do arquiteto Oscar Niemeyer, de 104 anos, apresentou "agravamento", de acordo o boletim médico divulgado na tarde desta segunda-feira (19). Ele está internado no Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O arquiteto está com insuficiência renal e teve um novo episódio de hemorragia digestiva, já controlada. Niemeyer está na Unidade Coronariana, lúcido e segue com a fisioterapia respiratória. Não há previsão de alta. Na sexta-feira (16), Niemeyer já havia sofrido uma hemorragia digestiva, posteriormente controlada. O arquiteto foi internado no dia 2 para realizar exames e havia apresentado evolução em seu quadro desde domingo (11), após piora em sua função renal no dia 8. 

STF autoriza Perillo a não depor em CPI


O ministro Marco Aurélio Mello do Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu nesta segunda-feira uma liminar para que o governador de Goiás, o tucano Marconi Perillo, não seja obrigado a comparecer a uma convocação da CPI do Cachoeira. A defesa do governador goiano quer usar a mesma decisão também para livrá-lo de um eventual indiciamento no relatório final da comissão parlamentar, que será apresentado na quarta-feira pelo deputado federal Odair Cunha (PT-MG).

A confusão em torno do futuro de Perillo, suspeito de ter favorecido o contraventor Carlinhos Cachoeira, se dá em relação ao alcance do recurso. No mandado de segurança impetrado no STF, os advogados pedem a concessão da liminar para determinar à CPI que "se abstenha de o convocar, conduzir, investigar ou indiciar". No mérito do recurso, a defesa pede a confirmação da decisão liminar.

No despacho que assinou às 10h45 em sua casa, Marco Aurélio Mello acatou o pedido de liminar do governador tucano para assegurar a ele o direito a se recusar a comparecer à CPI do Cachoeira. Contudo, o ministro do STF deixou de se pronunciar na decisão sobre os demais pedidos feitos pela defesa de Perillo.

"Para mim, a decisão do STF compreende tudo. Se o governador não pode sequer ser convocado, o indiciamento dele seria em razão de uma convocação dos elementos colhidos em relação a isso", afirmou o advogado Marcos Mundim, um dos defensores de Perillo. "Como se pode fazer mais, se não pode menos?", questionou.

Entretanto, Marco Aurélio Mello afirmou que o teor da sua decisão é preventivo. Para o ministro, Perillo pode se recusar a comparecer a uma convocação da CPI, porque, no seu entendimento, ela não pode impor a vinda de um chefe do poder Executivo ao Congresso. Marco Aurélio afirmou que, mesmo com a liminar, o governador pode ter o pedido de indiciamento feito no relatório final da CPI.

A defesa de Perillo discorda do entendimento do ministro do STF e disse que vai aguardar a apresentação do texto de Odair Cunha para decidir o que fazer. Caso o relatório peça o indiciamento do governador, Marcos Mundim disse que pedirá ao Supremo que esclareça o alcance da decisão liminar. Assessores do relator da CPI afirmam que, mesmo com a decisão do STF, Cunha manterá a sugestão de indiciamento de Perillo.

O governador de Goiás depôs à comissão no dia 12 de junho e, na ocasião, negou ter beneficiado Carlinhos Cachoeira na sua gestão. Posteriormente, um novo pedido de convocação foi aprovado pela CPI. "O propósito de indiciá-lo é político", afirmou a defesa de Perillo.

Contrário a foro privilegiado, Barbosa quer temas cruciais no STF.


Joaquim Barbosa chega ao mais alto posto do Judiciário nacional nesta semana com o propósito de trazer de volta à pauta do Supremo Tribunal Federal casos "cruciais", justamente quando a corte está paralisada pelo julgamento do mensalão, que, para ele, representa um "divisor de águas".
Contrário ao foro privilegiado, o mineiro de Paracatu, de 58 anos, chega ao topo da carreira no momento em que desfruta de imensa notoriedade por, como relator do mensalão, ter liderado a condenação de importantes políticos, entre eles o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu.
No STF desde 2003, quando foi indicado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva --principal nome do PT, partido mais atingido pelas condenações do atual julgamento--, Barbosa recebeu a Reuters em seu gabinete pouco depois de assinar o desligamento oficial de Ayres Britto, que se aposentou ao completar 70 anos.
Com a posse na presidência do STF marcada para quinta-feira, o ministro afirmou que ações penais, como a do mensalão, não chegariam à pauta do Supremo "em um mundo ideal" e que julgar autoridades é uma "competência heterodoxa" da Corte.
"Um tribunal que tem sobre sua incumbência velar pelo correto equilíbrio entre os Poderes da República, um tribunal que pode e tem aí a sua espera dezenas, centenas de processos que podem resultar na anulação de leis aprovadas pelo Congresso, pelos legislativos estaduais... além de outras competências ainda ter esta competência penal... é excessivo", disse.
"E por ele ser excessivo, isso deixa o tribunal vulnerável, porque ele simplesmente não dá conta, tanto é que estamos há mais de 3 meses a julgar este caso que envolvia 40 pessoas", acrescentou.
Em agosto, na primeira sessão do processo do mensalão, Barbosa liderou as vozes contrárias ao desmembramento da ação --em que apenas os três réus deputados federais, únicos com foro privilegiado, seriam julgados pelo STF, os demais iriam para primeira instância. Questionado, diz que foi voto vencido a favor do desmembramento no recebimento da denúncia, em 2007.
Ao falar de casos relevantes aos quais a Corte devia se dedicar, cita questões constitucionais delicadas já votadas, como a perda de mandato por infidelidade partidária, a lei da Ficha Limpa, autorização para pesquisas com células-tronco.
"É raro você encontrar (no mundo) algum tribunal que tenha decidido questões tão cruciais para o Estado e para a sociedade", afirmou.
Relator do processo do mensalão, Barbosa irá acumular, até o final da chamada dosimetria das penas, o papel de presidente e de condutor da ação penal --o que preocupa colegas com quem teve embates ásperos durante as sessões. Ele chegou a pedir ao decano da Corte, Celso de Mello, que assumisse a presidência nas sessões restantes do julgamento, mas isso não deve ocorrer.
JULGAMENTO "PEDAGÓGICO E CÍVICO"
Mesmo achando que casos como o do mensalão não deviam ser julgados pelo STF, ele vê os resultados do processo, que entrou em seu quarto mês de julgamento, como positivos.
"Só o lado pedagógico, cívico, deste julgamento é um ganho enorme para o país. Percebo nas ruas, nas análises; veja os jornais, quantas e quantas análises foram feitas deste julgamento. É um julgamento que ocupou não só a mídia impressa, mas a mídia televisiva, radiofônica, por mais de três meses dia após dia, é um divisor de águas", argumentou, afirmando, de modo otimista, que o processo de combate à corrupção se replicará em outras esferas.
"O Brasil é um país que condena à beça, condena muito. As prisões brasileiras estão lotadas de presos, mas são pessoas comuns. O que há de diferente agora é a qualidade dos réus que fazem parte desta ação.... Desta vez as pessoas (condenadas são) graduadas do ponto de visto político, econômico e social", afirmou.
O prolongamento do processo e as desavenças incomodam o relator --que protagonizou embates duros com colegas que lhe renderam críticas e dúvidas de que, na presidência, sua personalidade forte seria "metal entre os cristais", como chegou a dizer Marco Aurélio Mello.
"Eu gostaria que tivéssemos discussões menos frequentes e mais profundas", diz ele sobre o futuro da Corte.
Barbosa, que esperava a conclusão do processo em um mês e meio --está no quarto mês-- deseja ver a fase da determinação das penas dos 25 condenados terminada ainda em novembro.
AGILIDADE
Para dar mais celeridade à análise de processos, Barbosa quer reativar o instrumento da Repercussão Geral --sistema implantado há menos de 10 anos e que pode desafogar a pauta do STF, já que os ministros votam eletronicamente para decidir o que vai ou não à votação no plenário, considerando se o caso pode ter aplicação geral em casos idênticos em instâncias inferiores.
"Eu quero concentrar esforços na Repercussão Geral. O Tribunal precisa retomar em mãos este instrumento porque ele tem impacto nas cortes inferiores", disse.
Além disso, quer concentrar a pauta em temas sobre direitos fundamentais e na relação entre os Poderes.
"Eu pretendo estabelecer um rodízio de temas, com a ênfase na solução definitiva dos casos. Ou seja, colocar em pauta algo que seja possível decidir definitivamente ali... Farei uma análise profunda de prioridades."
Barbosa também acumulará o comando do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle do Judiciário. Por causa de problemas de saúde --ele sofre de sacroileíte, uma inflamação na base da coluna--, há a possibilidade de ele dividir o comando do CNJ com o futuro vice-presidente, Ricardo Lewandowski.
Mas isso parece que não deve afastá-lo de determinar a pauta do CNJ --ele já marcou um encontro com a ex-corregedora Nacional de Justiça Eliana Calmon, que se notorizou por embates na sua cruzada contra a corrupção na magistratura e, com a sinceridade que lembra a de Barbosa, disse haver no Brasil "bandidos de toga".
PAPEL DO SUPREMO
A crescente proeminência do STF se deve aos problemas institucionais brasileiros, segundo ele, "muito gritantes e às vezes frequentes", ainda reflexos de um país que viveu submerso na ditadura.
"Eles (problemas institucionais) vêm à tona com muita frequência. Nós tivemos ao longo da historia muitas interrupções do processo democrático e essas interrupções trouxeram dúvidas, impediram que diversas questões fossem resolvidas e sanadas no momento oportuno. Então, boa parte delas emergiram nestes últimos anos", diz.
Barbosa também atribui o papel mais ativo do STF à oxigenação do tribunal, renovada em mais de 80 por cento dos seus membros na última década. Mais um motivo para o futuro presidente ser contra à chamada "PEC da Bengala", que estenderia a possibilidade de permanência dos ministros até 75 anos --hoje a aposentadoria é compulsória aos 70 anos.
"Entendo que cortes supremas e constitucionais como o Supremo têm que ter uma rotatividade na sua composição para que seus membros sempre estejam em sintonia com a evolução da sociedade. Permitir que um membro fique 20, 25 anos numa corte com esta responsabilidade é fazer com que ela não evolua, não acompanhe as mudanças operadas na sociedade."
Mesmo com a regra atual, em que os ministros se aposentam aos 70 anos, há integrantes que já ultrapassaram duas décadas na corte, como o decano Celso de Mello --há 23 anos no STF, e que anunciou aposentadoria para o próximo ano-- e Marco Aurélio, há 22 anos na casa. O próprio Barbosa, se esperar os 70 anos para deixar o STF, ficará mais de 20 anos.
RELAÇÃO COM OS PODERES
O futuro presidente não concorda que o STF está abarrotado de casos e decidindo questões delicadas pela omissão dos demais Poderes.
"Acho que é a sociedade brasileira que é pródiga em questões institucionais graves e isso reflete aqui, que é a última instância, com garantias de independência muito forte", disse ele, apostando que o tema da distribuição dos royalties do petróleo, que está nas mãos da presidente Dilma Rousseff, será decidido no STF. "Tudo vem para cá."
Mesmo assim, ele não prevê uma relação tumultuada e de embates com os demais Poderes, em especial com o Congresso.
"O embate intelectual é muito profícuo. E problemas é o que não faltam no nosso país. Nós temos um Legislativo e um Executivo que são bastante receptivos às deliberações do Judiciário nessas 'hard questions'", afirmou.

Ousada! Paula usa vestidinho em show.

Ousada! Paula usa vestidinho em show



A cantora Paula Fernandes usou um vestido supercurtinho para seu show na 7ª edição do Caldas Country Show, em Goiás, na noite deste sábado (17).

Paula usou um vestidinho curto e megadecotado para apresentar uma parte do show. A cantora também fez penteado de maria chiquinha.

A cantora, porém, não deixou nada à mostra. O vestido amarelo de bolinhas de Paula tinha fendas na parte inteiror.